terça-feira, 3 de maio de 2011

Oh que malvada!

Que nunca mais cá vim escrever umas palavritas, que na realidade não interessam nem ao menino Jesus, mas que ainda assim ainda recebem comentários e ainda tocam algumas pessoas. Que bom poder com a minha digna xonézisse, contribuir para alguma coisa! :)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Como eu adoro as tendências Vintage





Where there is a will, there is a way


Normalmente fazemos escolhas, porque há algo que nos incomoda ou porque há algo que nos apaixona e nos faz querer ir em frente. A primeira hipótese é a mais comum, porque quando está tudo "bem" na nossa vida, não nos sentimos tão pressionados a fazer escolhas.
Mas o essencial, raramente paramos para analisar. O que está por detrás desse "sentimento" que nos faz tomar as decisões, traçar novos caminhos ou alterar rotas? Sempre ouvi dizer que qualquer pessoa é movida por apenas duas coisas: o medo ou a paixão. Todas as nossas atitudes, baseadas em crenças, experiências e conceitos impulsionam uma das duas opções. Ou as duas, em situações diferentes.
As vezes é tão simples como fazer as perguntas certas: o que está por detrás das minhas atitudes, o que me faz escolher assim? É o entusiasmo, a paixão, a alegria, o amor? Ou é o medo de não ser suficientemente boa, o medo de não ser aceite, de não ser amada, o medo de não conseguir? Quando respondemos com sinceridade, o nó começa a desfazer-se. Podemos fazer escolhas de uma forma mais consciente e mudar o que nos atrapalha o caminho e o caminho esse... só existe, quando há uma vontade.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

E era mesmo isto...

Emoção, precisa-se!

Fala-se muito de amor por estes dias, quando o romantismo perdeu o sentido para as redes sociais, a superficialidade e o individualismo. Talvez seja porque o amor é como uma espada de dois gumes, onde numa ponta está a satisfação plena e na outra o sofrimento.

Mas segundo a psicologia isto começa bem cedo, na relação com os pais onde os adultos tendem a recriar relações afectivas com base nas que tiveram com um dos progenitores. De uma forma totalmente inconsciente, dizem. Poucos têm consciência desse facto e os que têm, tentam reverter a situação a seu favor, porque sabem que numa era onde a economia é uma balança desgovernada, o tempo disponível parece ter desaparecido e as horas dedicadas a empregos mal pagos tomam contam da nossa vida, os afectos parecem ser a única fonte de equilíbrio e todo o investimento que permita viver relações saudáveis parece fazer sentido. Afectos da família, dos amigos, afectos românticos, são as pedras basilares de quem quer sobreviver nesta era tecnológico-individual-narcisisto-psico-socio-dependente.

E já dizia Charlie Chaplin que não precisamos de máquinas, mas sim de humanidade, não precisamos de mais inteligência e sim de mais afecto e doçura. É isso que nos dá a força necessária para enfrentar o mundo, tomar rédeas da nossa vida e querer fazer mais e melhor. Não é o emprego, nem o dinheiro, nem o estatuto, nem o carro ou a casa e nem o somatório de parceiros sexuais ou as relações superficiais. É o amor, a emoção, é a entrega, é o prazer que dá ver alguém que amamos feliz, é a partilha... é tudo o que nos aquece e nos faz sentir os mais importantes, os mais felizes, os mais realizados. E claro que é fundamental sermos realizados profissionalmente, termos dinheiro suficiente para termos conforto e momentos de prazer, mas no fim de contas, o que interessa isso tudo se não tivermos com quem partilhar?

sábado, 25 de dezembro de 2010

Não sei se é da época, mas...

Ando uma pinga amor e adoro sentir-me assim. Parece que apesar de tudo, voltei a acreditar naquele amor estúpido, ridículo, profundo e incondicional que nos faz querer mudar tudo, fazer tudo, ser melhor em tudo. Não falo só do amor romântico, mas também da amizade e da cumplicidade por todas as pessoas especiais que me rodeiam.
E se isto está completamente em desuso, demodé, se são apenas clichés para uma grande parte de pessoas que não têm a coragem para seguir o coração, então eu quero ser uma excepção e viver as emoções que tiver de viver sem condições, rodeios ou receios. No final de tudo, é só isso que importa.
E agora entendo, quando se diz que o amor começa dentro de nós e não fora. Isto é uma condição, independentemente de quem temos à nossa frente no momento.

Because babe, I am madly, deeply, truly, passionately in love with you!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

...

As vezes olho ao espelho e pergunto: "O caminho é suave e liso, porque atiras pedras para a tua frente?"
Nunca sei o que responder...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O drama do açucar

Parece que é assim que a malta tem saído dos supermercados
Eis que surge a notícia que dá conta da falta de matéria prima para a produção de açucar, e é só ver o povo a correr para o supermercado de taco de basebol na mão a tentar arranjar o malvado do pacote que lhe vai garantir a sobrevivência. "Ai de quem me leve o último pacote, que eu começo a mandar para todo o lado até vos partir os dedinhos todos."  E o que acontece, senhores??? Pois que esgota num fim-de-semana! Pronto, é isto, basta uma notíciazita e já há quem leve aos 12Kg para casa, não vá a plantação da cana resolver esfumar-se no ar tipo "não me apetece continuar a viver, tá!"!

Bliss**

Quando percebemos o quão errados estamos, o quão pouco nos entregamos, o quão mal analisamos os factos, o pouco que empreendemos por medo e o tanto que podiamos ter dado e vivido, devemos parar de fazer o que seja que estamos a fazer... e reavaliar tudo. E eis que nó se desata...

Ficamos tristes ao descobrir que o medo era a palavra de ordem, mas felizes por nos termos libertado dele. E finalmente em vez de batermos na tecla do "não quero isto", descobrimos que existe outra e que diz "agora sei exactamente o que quero".
É esta a magia da vida.

What I really really want for 2011

Is Love!
I'm looking for love. Real love. Ridiculous, inconvenient, consuming, can't-live-without-each-other love.
Carrie Bradshaw

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

#?#

E quando vais ler no blog coisas que tu própria escreveste há uns meses atrás e te apercebes que respondem com precisão ás perguntas que tens na cabeça? É que se ainda existiam dúvidas, deixaram de existir...

Momentos de luxo


Utilizamos tantos clichés sobre aproveitar o momento, viver intensamente cada instante, "carpe diem"... Mas será que a maioria de nós sabe realmente aplicá-los ao nosso dia-a-dia, ou serão apenas coisas que se dizem porque encaixa sempre bem?
Esta semana li uma entrevista onde se descrevia o luxo como "o saber apreciar cada momento". Beber um copo de vinho e conseguir sentir o aroma da alfazema e da macieira que cresce junto à vinha; passear o cão e ouvir o cantar dos pássaros; ler um livro à lareira num dia de chuva e não querer estar em mais lado nenhum a não ser naquele. Momentos de luxo, descreveu.
Quantas vezes aplicamos isto, num dia normal ?
Quantas vezes apreciamos o que temos em vez de nos queixarmos do que não temos?
Quantas vezes nos sentimos gratos por estarmos num local, com alguém especial, em vez de estarmos a pensar naquela proposta que temos de enviar no dia seguinte?
Quantas vezes nos permitimos apreciar as cores de um dia de Outono?
Quantas vezes nos sentimos gratos por estarmos vivos?
Quantas vezes temos consciência daquilo que nos mantém vivos: a respiração?

A sério, quantas vezes?

Quando se vive um momento à espera do seguinte, chegamos ao final da vida com a sensação de que não vivemos nenhum.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ano +

Lembro-me tão bem do momento em que as doze badaladas anunciaram a entrada de 2010, lembro-me que queria desesperadamente que 2009 terminasse e levasse com ele todas os problemas que me trouxe. E levou! 2010 foi um bom ano, foi o ano da consolidação de todas as aprendizagens que tive nos últimos anos e só por isso o saldo é mais do que positivo.
Feitas as contas, ganhei mais do que perdi, fiz mais do que deixei por fazer, arrisquei mais, stressei menos, criei mais, ouvi mais, gostei mais (principalmente de mim), diverti-me mais, vivi mais.

As minhas metas para 2011 são simples. Nada de coisas complicadas de atingir, nada de pressões. Quero apenas viver cada momento intensamente.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Juro que não estou preparada...

É de mim ou o Inverno chegou quase sem avisar?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ás vezes gostava...

de ser outra vez pequenina e que me voltassem a pegar ao colo...

Here we go again...

Please, não me interpretem mal, eu sou uma admiradora dos homens (isto é, da forma de estar mais descontraída, mais prática e até mais honesta às vezes). Adoro a maneira de ser dos homens, tenho grandes amigos homens a quem recorro sempre que acho que estou a ter um ataquinho hormonal (pois, é um facto... durante um mês inteiro, sofremos oscilações que nem nós entendemos). Que a maioria são mal habituados pelas (adivinhem) mães, que são (adivinhem) mulheres e que obrigam a filha a aprender a cozinhar e a arrumar a casa, a ser responsável e atenciosa, mas o filho não (atenção, há excepções mas isto é assim ainda hoje em muitas casas) e por isso, falo de "educação". Mas acreditem que nós mulheres temos muito, mas muito a aprender com os nossos queridos homens e esta é apenas e só a minha mais humilde opinião.
Tudo esclarecido?

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

"Os homens são uns patifes!"

Conheço mulheres desacreditadas no amor e principalmente nos homens. Têm medo que não as levem a serio, que lhes mintam ou que não queiram compromissos.

Isso é válido para alguns homens (aqueles perdidos, inseguros e infantis que não sabem o que querem) e é válido para algumas mulheres também (pelos mesmos motivos).

Mas tenho pra mim que os homens são como as mulheres. Exactamente como as mulheres, embora com formas de raciocínio diferentes, menos ligados a pormenores e mais práticos.

As mulheres querem encontrar alguém que as preencha, com quem possam partilhar a vida (ou parte dela). Os homens também.
As mulheres tem muito medo de se entregaram e se estatelarem no chão com uma perna por cima da cabeça e o cabelo desgrenhado. Os homens também (têm é geralmente menos cabelo).
As mulheres querem sentir-se especiais e desejadas. Os homens também.
As mulheres acumulam experiências que as vão moldando (e muitas vezes assustando). Os homens também.
As mulheres querem casar e ter filhos quando encontram a pessoa certa. Os homens também. (caso contrário não haveriam casamentos, nem rebentos).

Somos todos humanos. (ponto, parágrafo)
Que temos formas diferentes de lidar com as mesmas situações, é um facto irrefutável, mas que há por aí tantos bons homens como boas mulheres também não deixa de ser verdade.
Eles por vezes têm necessidade de aprovação e de se afirmarem um tanto ou quanto "machos latinos" que têm o controlo total e absoluto sobre a relação e as suas emoções. Mas isso demonstra exactamente o contrário e quanto a isso, nós mulheres emocionalmente inteligentes, rimo-nos baixinho e deixamos a fase passar sem fazer drama disso. Mais cedo ou mais tarde eles percebem que a única pessoa a que têm de provar alguma coisa é a eles próprios.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

She´s always a woman


Uma mulher a serio nunca desiste, nunca se entrega. Não se preocupa com o que os outros pensam, sentem, fazem ou dizem. Ela faz aquilo que o amor lhe manda fazer, amor pelos outros... seja qual for o papel dos outros. O instinto protector faz com que tome as rédeas da maioria das situações.

De todos os papeis que tem, o mais difícil de todos é ser apenas mulher. É tão mais fácil desempenhar o rol de papeis que conjuga todos os dias... Acorda e tem de ser mãe, mulher, amante, amiga, companheira, profissional, dona de casa e raramente se lembra de ser apenas mulher. Raramente se lembra de receber.

Não quero com isto dizer que os homens estão errados. Não estão. As mulheres é que estão, porque não se conhecem o valor e não se dão ao direito de ser apenas a mulher, sem representar papel nenhum.

Talvez por tudo isto se diga que por detrás de um grande homem tem de existir uma grande mulher. Nem que seja a mãe, mas tem de existir. Só um louco não reconhece isto.

Mas ao contrario da maioria das mulheres, eu acredito que eles sabem disto. Acredito que eles reconhecem o valor de uma grande mulher e o respeitam. Só não agem em conformidade na maioria dos casos, porque não os deixamos agir. Que o diga o Miguel Esteves Cardoso.