terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Where there is a will, there is a way


Normalmente fazemos escolhas, porque há algo que nos incomoda ou porque há algo que nos apaixona e nos faz querer ir em frente. A primeira hipótese é a mais comum, porque quando está tudo "bem" na nossa vida, não nos sentimos tão pressionados a fazer escolhas.
Mas o essencial, raramente paramos para analisar. O que está por detrás desse "sentimento" que nos faz tomar as decisões, traçar novos caminhos ou alterar rotas? Sempre ouvi dizer que qualquer pessoa é movida por apenas duas coisas: o medo ou a paixão. Todas as nossas atitudes, baseadas em crenças, experiências e conceitos impulsionam uma das duas opções. Ou as duas, em situações diferentes.
As vezes é tão simples como fazer as perguntas certas: o que está por detrás das minhas atitudes, o que me faz escolher assim? É o entusiasmo, a paixão, a alegria, o amor? Ou é o medo de não ser suficientemente boa, o medo de não ser aceite, de não ser amada, o medo de não conseguir? Quando respondemos com sinceridade, o nó começa a desfazer-se. Podemos fazer escolhas de uma forma mais consciente e mudar o que nos atrapalha o caminho e o caminho esse... só existe, quando há uma vontade.

2 comentários:

W a l k e r * disse...

não poderia ler este texto em melhor altura... As tuas palavras ecoaram em mim, identifiquei-me com o que escreveste :)

Raquel disse...

:) eu acredito que somos todos mensageiros uns dos outros! ;)